O trabalho com bases e temperatura precisa começar pelo diagnóstico. O mesmo produto pode se comportar de formas diferentes em um cabelo natural, poroso, descolorido ou com elasticidade alterada.
Como escolher a base
- Fios pouco danificados: geralmente exigem menos base e aceitam melhor procedimentos de alinhamento.
- Fios porosos: podem precisar de base ácida para ajudar no controle da cutícula.
- Fios com ressecamento e perda de massa: costumam responder melhor à combinação de base proteica e lipídica.
- Fios elásticos: pedem cautela máxima, menos temperatura e reconstrução antes de procedimentos agressivos.
Temperatura não é padrão
A temperatura da prancha deve acompanhar a resistência do fio. Cabelos finos, loiros, frágeis ou porosos não devem receber a mesma carga térmica de cabelos grossos e resistentes.
O melhor resultado profissional vem da combinação entre diagnóstico, produto correto, pausa controlada, mechas finas e temperatura adequada.